HISTÓRIA DO LINEAGE PART 3

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HISTÓRIA DO LINEAGE PART 3

Mensagem  SAGGATTY em Qua Nov 05, 2008 7:58 pm

Terceira Parte “O Domínio da terra”

O mundo estava em um grande tumulto seguido pelo desaparecimento dos gigantes. Acostumados as regras dos gigantes, os elfos, orcs, anões e humanos estavam diante de uma nova realidade. No topo desta aterrorizante mudança, o mundo no qual viviam sofreu varias destruições com o ataque do martelo do desespero. Muitos morreram durante o desastre trazidos por Einhasad, e muitos outros morreram na confusão e caos. As raças da terra imploravam fervorosamente os deuses por salvação, porem os deuses não respondiam.

Os primeiros a tomar controle da situação foram os elfos, já que eles eram responsáveis pela política durante o tempo dos gigantes. Os elfos tinham sucesso em unificar as raças e continuaram com suas vidas. Mas com o passar do tempo, se tornou aparente que os elfos não tinham as mesmas capacidades de governar que os gigantes tinham. Os primeiros entrar em conflito com os elfos foram os orcs.
"Os elfos são mais fortes que nós? Não! Os elfos tem o direito de nos governar? Não! não podemos suportar que os mais fracos que nós fiquem sobre nós!"

O poder militar dos orcs era grande e, vivem somente em paz, os elfos não eram páreos para os orgulhosos e temerosos orcs. A maioria da terra se tornou território dos orcs em um instante e os elfos foram levados aos limites do continente. Lá os elfos pediram ajuda para os anões, que, com grande riquezas e armas superiores, teriam chance contra os orcs.

"Raça da terra", os elfos choraram, "Nos ajudem. A violenta horda dos orcs nos persegue com grande vontade. Venham, vamos lutar juntos".

Porem os anões recusaram o pedido dos elfos. A seus olhos, o mundo estava do lado dos orcs. Não havia razão para os pragmáticos anões se juntar aos fracos. Os elfos ficaram furiosos, mas não podiam mudar a decisão dos anões.

Os elfos decidiram procurar ajuda com a raça do vento, os arteias. Suas reconhecidas habilidade e ataques de vento seriam ajuda suficiente para o triunfo dos elfos sobre os orcs. Uma delegação de elfos viajou para os confins da terra para procurar ajuda dos arteias.

"Raça do vento, nos ajudem! Os bárbaros orcs estão nos oprimindo com grande vontade. Lutaremos juntos e ensinaremos uma lição para suas tolices!"
Mas, como sempre, os arteias não estavam interessados na política e guerras da terra. Eles estavam determinados a não tomar nenhum lado e se esconderam nas profundezas das ilhas. Os elfos se desesperavam. "Alas, ninguém vai nos ajudar! será este o fim de nossa espécie? Os nojentos orcs tomarão as terras e clamarão toda a gloria e riqueza para si mesmos?"

Negados pelos pragmáticos anões e neutros arteias, os elfos foram deixados sem aliados para enfrentar os orcs. Deixados para seus destinos, os elfos ficaram surpresos pelo aparecimento de um estranho entre eles. O estranho se ajoelhou diante de Arenisen, que olhou bem para descobrir que o estranho era o representante dos humanos. O estranho usava uma coroa feita com três galhos.
"O que é isto, líder dos humanos?" o rei elfo perguntou, "Você veio para rir de nós?"

O humano abaixou sua cabeça e falou, "Não, sabia rainha. Nós viemos para ver se nossa humilde força poderá ser de sua assistência."

Os elfos se arrependeram por pensar que os humanos eram tolos e fracos, seus grandes números poderiam ser útil na batalha. "Muito nobre de você, rei humano," o líder elfo falou. "seres insignificantes vocês podem ser, mas sua lealdade devotada e vontade de sacrificar suas vidas por nós é admirável. Vá para a vitória e você ganhara lugares ao lado dos elfos."

O rei humano reverenciou a rainha, então levantou sua cabeça, olhando seus conterrâneos elfos. "Muito nobre de sua parte rainha dos elfos," ele falou, "Nós humanos temos porem um pedido a fazer antes de partir para a batalha e gloriosa vitória dos elfos. Nossos poderes são fracos. Nossos dentes não podem sequer arranhar a pele dos orcs e nossas unhas são inúteis contra seus músculos. Nós o imploramos, nos de o poder para enfrenta-los. Nos ensine o conhecimento de sua mágica."

Essa ousada proposição deixou os elfos chocados e furiosos. Ensinar mágica aos humanos? Nunca! eles articularam invocando o feitiço para tornar o humano em uma pilha de cinzas, mas o líder elfo intercedeu. Ela sentiu que o pedido não era uma ameaça para e deveria ser honrado. Os humanos eram muito fracos e seria
duvidoso que pudessem vencer os orcs sem nenhuma ajuda. E com suas mentes inferiores, os humanos não seriam ameaça já que mal seriam capazes de aprender mágica. E assim ela tomou a decisão que mais tarde teria o custo de sua vida.

Os humanos rapidamente absorveram os caminhos da mágica, aprendendo muito mais rápido do que os elfos tinham antecipado. O corpo humano, apesar de não ser forte como os dos orcs, foi fortificado através do constante parto em sua espécie. Eles eram adeptos com suas mãos e podiam habilidosamente usar armas e acima de tudo, seus números eram gigantes e impressionantes. Em pouco tempo, o exercito humano se tornou uma força formidável.

A aliança humano-elfo gradualmente começou a derrotar os orcs. Como a maré da batalha trocou a favor da aliança, os anões trocaram de lado e começaram a criar suprimentos de batalha para os humanos. Com poderosas armaduras e afiadas armas dos anões, os humanos poderiam agora derrotar o exercito orc sem a ajuda dos elfos.

Os elfos ganharam dificilmente, mesmo que a vitória da aliança crescesse em numero. Eles podiam sentir o crescimento humano mais forte e acima de seu controle. Ainda assim os elfos não se abalaram, pois eles não podiam imaginar que os mais fracos deles, o lixo humano, poderia conceder uma revolução. E com a vitória final sobre os orcs, os elfos não tinham tempo para se preocupar com os humanos. Os humanos continuaram a aprender melhores formas de mágica, e eventualmente a guerra acabou com a vitória da aliança humano-elfo. Os orcs foram forçados a assinar um humilhante pacto de paz e rapidamente retornaram para a segurança de seus lares no norte de Elmore.

O líder dos orcs riu enquanto partia "Elfos tolos. Esta vitória não é sua, mas dos sujos humanos. Como vocês propõe controlar esses monstros de sua criação?"

Havia verdade em suas palavras, os elfos agora enfrentavam uma nova ameaça, os humanos. Mas após a longa batalha, os elfos ficaram muito fracos para lutar. Em contraste, os humanos com seus novos poderes mágicos, eram fortes. E assim, os humanos se levantaram contra os elfos.

Muito tarde, os elfos realizaram que haviam pego embaixo de suas asas os descendentes dos dragões. Uma violenta batalha de mágica contra mágica novamente abalou a terra. Mas os elfos eram muito fracos para suprir as forças
dos humanos. Os elfos foram lentamente empurrados ate que foram forçados a recuar para a segurança de suas florestas. De sua posição segura, eles se preparam para o confronto final com os humanos. A mágica dos elfos era mais forte nessas florestas e eles planejavam usar essa vantagem para a vitória.

Os elfos cavaram profundas masmorras que rapidamente ecoaram com o barulho das espadas e os gritos da batalha. Porem a vitória final no cerco de três meses foi dos humanos. Nem o orgulho élfico, nem o poder mágico das florestas, nem mesmo a mágica superior dos elfos pode contra a infinita correnteza do exercito humano. Os elfos sofreram grande dano e eventualmente escaparam floresta adentro. Em recuo, eles arremessavam fortes barreiras ao redor das florestas para prevenir a passagem dos humanos e outras raças. E assim, os humanos tornaram-se os conquistadores de todas as terras.
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